Hospedagem alternativa acolheu 23,8% dos estrangeiros durante a Copa do Mundo

Com uma média de ocupação de 90%, as hospedagens alternativas foram bastante requisitadas pelos viajantes estrangeiros que estiveram no Brasil durante a Copa do Mundo. Albergues, imóveis alugados e camping serviram de base para 23,8% dos turistas internacionais que estiveram no País.

Conforme uma pesquisa realizada pelo IBGE e dados levantados pelo MTur (Ministério do Turismo) nas cidades-sede, um total de 59,7 mil leitos permaneceram ocupados em meios de hospedagem alternativa – foram  3.491 leitos em pensões; 3.804 albergues; 22.478 leitos em imóveis para aluguel e 29.940 em motéis. De acordo com o MTur, três razões explicam a grande procura dos estrangeiros pelos meios alternativos: a tentativa de se aproximar da cultura local; o valor, em geral, mais acessível; e a oferta dessa modalidade nas cidades-sede da Copa.

“Nosso papel é o de estimular o mercado a oferecer hospedagens adequadas aos diversos perfis de turistas”, afirmou Vinicius Lages, ministro do Turismo. “É uma forma de diversificar a oferta e atender aos anseios de todos os tipos de viajantes”, concluiu.

A preferência geral dos estrangeiros durante o Mundial, no entanto, ainda foi por hotéis, flats e pousadas: mais da metade deles (53,9%) optou por acomodações tradicionais. Entretanto, a tendência de crescimento dos meios alternativos cresce a cada ano: dos cerca de 5,67 milhões de estrangeiros que estiveram no país em 2012, quase a metade (44,2%) optou por meios alternativos durante sua estada no país. Os albergues e camping (4,9%) abrigaram 278,1 mil estrangeiros, as casas alugadas (11,9%) outros 675,4 mil e as casas de amigos e parentes (27,9%) mais 1,58 milhões de visitantes.

Serviço
www.turismo.gov.br

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